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Inovação na Educação: O Professor Artificial

Inovação na Educação: O Professor Artificial – Por mais que a adoção da inteligência artificial propicie conjecturas e especulações polêmicas, a tecnologia existente ainda depende da programação de algoritmos e de regras de negócio realizadas pelo ser humano.

Inovação na Educação: O Professor Artificial

Em pleno debate sobre a Educação do século XXI, muito se especula sobre o papel do novo Professor e sua provável (??!!) substituição pela máquina dotada de inteligência artificial (IA). Em primeiro lugar, é importante frisar que perspectivas “catastróficas” nesse sentido ainda não encontram respaldo na tecnologia vigente e muita água ainda terá que rolar antes que um algoritmo aprendente, por melhor que tenha sido programada a sua evolução, consiga superar as singularidades humanas no papel de mediador de linguagens e oportunidades educativas.

LIT da Saint Paul – O Netflix da Educação

Mas, esta semana, fomos apresentados a uma experiência recente e bem-sucedida que nos aponta uma direção nessa jornada. Conversamos com Marcos Sanches, Diretor de Digital, TI e Inovação da Saint Paul Escola de Negócios, sobre o Paul, o mecanismo de inteligência artificial que personaliza o processo de ensino-aprendizagem oferecido pela plataforma LIT de educação onlearning da escola – https://www.lit.com.br/ .

Paul? Quem é o Paul?

Paul é um conjunto de algoritmos cognitivos desenvolvido pela Saint Paul e construído sob a plataforma Watson da IBM que funciona com um “tutor à distância” do processo de aprendizagem do aluno. O Paul interage com o aluno e tira dúvidas, recomenda trilhas, cursos e cápsulas de conteúdo específicos ao seu histórico educacional, profissional, seu perfil psicológico de aprendizagem (baseado na neurociência) e seu desempenho corrente.

Paul é o Professor mediador, dotado de inteligência adquirida e capacidade cognitiva evolutiva, extraída de dados oriundos de cada interação individual com o aluno, capaz de orientá-lo sobre o melhor caminho e o melhor ritmo da construção de sua formação desejada.

Quero ser o CEO da empresa! Quem nunca?

Diante da quantidade e variedade de cursos e conteúdos disponíveis, formativos e informativos, formais e informais, operacionais e executivos, certificações profissionais diversas, técnicas e associativas, etc., o que devo fazer e como devo me preparar para alavancar a minha carreira corporativa e/ou me manter atualizado?

…mas não só isso. Como posso fazê-lo considerando a minha disponibilidade de tempo, de deslocamento físico, de recursos e de ritmo evolutivo no programa?

…mas não só isso. Como dispor de uma formação adequada ao meu perfil de personalidade e de aprendizagem? Meu perfil de valores e de consumo?

…mas não só isso. Qual a melhor forma de suplantar as minhas deficiências percebidas de desempenho durante o processo de formação?

Pergunte ao Paul! Ele será o seu “tutor à distância”, artificial, nessa jornada individualizada de aprendizagem.

O treinador de inteligência de computador

Sim, o Paul e a inteligência artificial já são realidades no ambiente da educação executiva. Mas, voltando ao debate, isso não implica, necessariamente, na exclusão do Professor da mediação da relação ensino-aprendizagem com seu aluno. Isso, provavelmente, ainda não é viável, tampouco desejado (??!!).

Por mais que a adoção da inteligência artificial propicie conjecturas e especulações polêmicas, a tecnologia existente ainda depende da programação de algoritmos e de regras de negócio realizadas pelo ser humano. As perguntas, as inúmeras combinações de respostas e o algoritmo cognitivo usado na ampliação e na evolução da base de conhecimentos acessível pelo computador, ainda são elaborados por Professores e Programadores contratados para “ensinar a máquina” – veja uma das carreiras promissoras do futuro: Treinador de Inteligência de Computador.

Ameaça real ou simples especulação?

Essa dependência impõe à máquina e à tecnologia de seu raciocínio artificial um viés de pensamento humano, para o bem ou para o mal, que dificilmente será suplantado, em alento a quem se sinta ameaçado pela máquina. Portanto, a temperatura do debate atual ainda pode permanecer morna e contida ao limiar das especulações.

Mas… vale a ressalva e a dúvida sobre os limites e a capacidade do ser humano de se reinventar e se superar, artificialmente, através da máquina.

Por:
Alonso Mazini Soler, Doutor em Engenharia de Produção POLI/USP e Professor da Pós Graduação do Insper – Sócio da Schedio Engenharia Consultiva – alonso.soler@schedio.com.br

 

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